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Domínio
Eucarya
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Archaeplastida
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Reino
Viridiplantae (Plantae)
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Embryophyta
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Filo
Angiospermophyta
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Classe
Magnoliopsida
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Subclasse
Lamiidae
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Ordem
Lamiales
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Família
Lamiaceae (Labiatae)
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Género
Thymus
Descrição
Planta sublenhosa, aromática, com caules que crescem junto à terra e que produzem ramos floríferos com 2 a 7 cm de comprimento, erectos, e com tufos axilares de pequenas folhas. Estas são linear-espatuladas, glabras mas ciliadas na base. A inflorescência é um capítulo frouxo, com verticilastros constituídos por 2 flores; as brácteas são semelhantes às folhas. O cálice é campanulado, constituído por dentes não ciliados, tão compridos como largos e a corola, distintamente mais comprida que o cálice, apresenta uma cor rosa-purpurescente ou esbranquiçada. Os frutos são mericarpos ovoides e lisos.
Habitat
Matagais
Tipo Fisionómico
Caméfito
Época Floração
Maio-Junho
Estatuto de Protecção
Não tem
Sinonímias
Não tem
Distribuição Geral
Península Ibérica (SW)
Observações
Ocorre em Matos xerófilos, clareiras de pinhais. Em sítios secos, sobre solos arenosos consolidados, perto do litoral. Passível de confusão com o Thymus mastichina. Pode ser distiguido pela observação dos dentes da cálice (flor), uma vez que os dentes do cálice do T. albicans são curtos e pouco apreciáveis, enquanto que no T. mastichina são bastante compridos, claramente mais compridos que o tubo (a parte basal). As duas espécies também apresentam uma distribuição diferente, predominado o T. albicans no litoral, enquanto o T. mastichina ocorre quer no Barrocal, mas também na Serra.