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Domínio
Eucarya
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Unikonta
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Reino
Animalia
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Metazoa
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Eumetazoa
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Bilateria
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Deuterostomata
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Chordata
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Filo
Craniata
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Subfilo
Vertebrata
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Superclasse
Gnathostomata
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Classe
Archosauromorpha
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Subclasse
Aves
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Ordem
Passeriformes
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Família
Alaudidae
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Género
Galerida

Características
Ave com aproximadamente 17 cm de comprimento. Muito parecida à cotovia-de-poupa mas com a crista menos evidente, bico mais pequeno e peito mais malhado, com as estrias peitorais mais grossas e marcadas. Quando em voo, pode observar-se a face inferior das asas acinzentada e não arruivada.
Ecologia
A Cotovia-escura frequenta habitats com elementos contrastantes em áreas rochosas de algum declive, tais como zonas de transição entre pousios, pastagens ou campos de cereal e manchas arbustivas. Habita charnecas abertas, de baixa e média altura, em terrenos áridos e semi-áridos com vegetação esparsa. Em zonas agrícolas ocupa exclusivamente pousios. Ocorre em terrenos onde existe uma proporção considerável de solo descoberto, e também em solos arenosos com pastos e formações dunares estáveis perto da costa. Em Portugal frequenta zonas de mato com clareiras, pousios com árvores e arbustos dispersos e mesmo montados de azinho pouco densos. Pouco comum em zonas muito abertas e ausente em zonas montanhosas, ocorrendo, no entanto, em altitudes ligeiramente mais elevadas do que G.cristata.Faz o ninho no solo em zonas abertas ou abrigados em matos. As suas posturas são compostas por 3 a 4 ovos, durando o período de incubação 12 dias. A espécie cria 2 ninhadas por ano. A sua dieta alimentar é constituída por insectos e sementes.
Fenologia
Residente (Res)
Estado de Conservação
Pouco Preocupante (LC)
Distribuição Geral
A Cotovia-escura encontra-se em latitudes médias-baixas, mas sobrepondo-se a zonas temperadas quentes e subtropicais, com populações fortemente fragmentadas nos trópicos do Nordeste de África.
A população distribui-se irregularmente por toda a Europa, sendo que os maiores efectivos se
encontram na Península Ibérica. Em Portugal Continental é particularmente abundante na Beira Interior e no leste alentejano. No Algarve pode ser observada no Baixo Guadiana, em Castro Marim, em Sagres e nas serras de Monchique e Caldeirão.
Distribuição Geográfica
Referências
Cabral, M.J.(coord.), Almeida, J., Almeida, P.R., Dellinger, T., Ferrand de Almeida, N.,Oliveira, M.E., Palmeirim, J.M., Queiroz, A.I., Rogado, L. & Santos‐Reis, M. 2005.Livro vermelho dos vertebrados de Portugal. 2ª ed. Instituto da Conservaçãoda Natureza/ Assírio & Alvim. Lisboa. 660 pp.
Catry, P., Costa, H., Elias, G., Matias, R., (2010). Aves de Portugal. Ornitologia de território continental. Assírio & Alvim, Lisboa.
Costa, H., Juana, E., & Varela, J. (2011). Aves de Portugal incluindo os arquipélagos dos Açores, da Madeira e das Selvagens.
Gooders, J. (1994). Guia de campo das aves de Portugal e da Europa. Círculo de Leitores.
ICNB. Plano Sectorial da Rede Natura 2000.
Assírio & Alvim (2008)- Atlas das aves nidificantes em Portugal.
Turismo do Algarve (2012). Guia de observação de aves no algarve.
http://www.iucnredlist.org/
http://avesdeportugal.info/