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Domínio
Eucarya
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Archaeplastida
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Reino
Viridiplantae (Plantae)
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Embryophyta
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Filo
Angiospermophyta
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Classe
Magnoliopsida
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Subclasse
Asteridae
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Ordem
Apiales
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Família
Apiaceae
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Género
Foeniculum
Descrição
Erva vivaz, de até 80-180 cm de altura, desprovida de pêlos e cinzenta-azulada. Caulesramosos, frágeis e ocos, com estrias e de cor verde-azulada brilhante. Folhas finas, muito divididas, verde-azuladas-escuras e brilhantes, com uma bainha comprida e o limbo curto; libertam um aroma característico. Inflorescências em umbelas compostas terminais, de flores amarelas, pequenas, sem invólucro nem involucelos (conjunto de brácteas das Umbelliferae). Cálice desprovido de dentes, Corola constituída por 5 pétalas regulares. Fruto é um aquénio, cinzento-escuro, fusiforme, oblongo e de sabor ardente. Possui um cheiro aromático, picante e amargo.
Habitat
Ruderal
Tipo Fisionómico
Hemicriptófito
Época Floração
Julho-Agosto
Estatuto de Protecção
Não tem
Sinonímias
Foeniculum vulgareMill. Subsp. vulgare
Distribuição Geral
Região Mediterrânica
Observações
Planta Medicinal e Aromática. O funcho já era usado pelos antigos egípcios contra as más digestões. As sementes, com maior abundância, contêm uma essência com propriedades digestivas. As folhas, aromáticas, são utilizadas, desde os tempos clássicos, para condimentar a comida, mas também no tratamento de constipações. Os frutos têm um característico sabor a “anis” e usam-se na preparação de certos licores, mas também no tratamento de bonquites. A raiz do funcho faz parte da composição de um xarope diurético, o xarope das 5 raízes, em associação com as raízes do espargo, salsa,gilbardeira e do aipo.