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Domínio
Eucarya
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Unikonta
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Reino
Animalia
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Metazoa
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Eumetazoa
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Bilateria
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Deuterostomata
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Chordata
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Filo
Craniata
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Subfilo
Vertebrata
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Superclasse
Gnathostomata
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Classe
Archosauromorpha
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Subclasse
Aves
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Ordem
Falconiformes
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Família
Falconidae
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Género
Falco

Características
Falcão pequeno, com 25-30 cm de comprimento e 55-70 cm de envergadura. Os machos adultos têm o dorso cinzento-azulado com barra terminal escura na cauda e zona ventral algo rosada. A fêmea e os juvenis apresentam o dorso castanho-escuro, as partes ventrais muito estriadas e a cauda com riscas múltiplas castanhas e castanho-amareladas.
Ecologia
Uma vez que esta espécie é invernante no nosso país, os melhores meses de observação decorrem de Novembro a Fevereiro.Ocupa habitats constituídos por culturas de sequeiro, pousios e pastagens, principalmente no Sul, lezírias, albufeiras, pauis, prados costeiros e prados de montanha. Alimenta-se de aves, maioritariamente de cotovias, petinhas e frigilídeos.
Fenologia
Visitante (Vis)
Estado de Conservação
Vulnerável (VU)
Distribuição Geral
Tem uma vasta distribuição, essencialmente circumpolar no Holárctico como nidificante.
À excepção de um pequeno número de populações (no Sudeste da Islândia, Grã Bretanha, no extremo sul da Noruega, na região dos países bálticos e Bielo-Rússia e no leste da América do Norte, as restantes populações são migradoras. Embora as populações ocidentais invernem fundamentalmente na Europa, em regra as áreas de invernada não se sobrepõem às áreas de nidificação. A região circunmediterrânea (e.g. Península Ibérica e Itália) não parece assumir muita importância como quartel de Inverno (ao contrário do que acontece na região europeia central) e são poucos os indivíduos que chegam ao norte de África. Em Portugal Continental, o esmerilhão ocorre praticamente em todo o território continental português. Não obstante a ainda deficiente cobertura geográfica
e a possibilidade de algum enviesamento nas observações registadas, a espécie tende a ocorrer com maior frequência no baixo Tejo, a sul deste rio e junto ao litoral. No Algarve pode ser observado na Ria Formosa e em Sagres.
Distribuição Geográfica
Referências
Cabral, M.J.(coord.), Almeida, J., Almeida, P.R., Dellinger, T., Ferrand de Almeida, N.,Oliveira, M.E., Palmeirim, J.M., Queiroz, A.I., Rogado, L. & Santos‐Reis, M. 2005.Livro vermelho dos vertebrados de Portugal. 2ª ed. Instituto da Conservaçãoda Natureza/ Assírio & Alvim. Lisboa. 660 pp.
Catry, P., Costa, H., Elias, G., Matias, R., (2010). Aves de Portugal. Ornitologia de território continental. Assírio & Alvim, Lisboa.
Costa, H., Juana, E., & Varela, J. (2011). Aves de Portugal incluindo os arquipélagos dos Açores, da Madeira e das Selvagens.
Gooders, J. (1994). Guia de campo das aves de Portugal e da Europa. Círculo de Leitores.
Turismo do Algarve (2012). Guia de observação de aves no algarve.
http://www.iucnredlist.org/
http://avesdeportugal.info/