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Domínio
Eucarya
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Unikonta
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Reino
Animalia
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Metazoa
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Eumetazoa
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Bilateria
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Deuterostomata
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Chordata
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Filo
Craniata
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Subfilo
Vertebrata
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Superclasse
Gnathostomata
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Classe
Archosauromorpha
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Subclasse
Aves
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Ordem
Charadriiformes
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Família
Scolopacidae
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Género
Calidris

Características
Ave com cerca de 20 cm de comprimento, de aspecto pálido, com o bico e as patas pretos. No inverno, a parte superior do corpo é cinzento-clara e a parte inferior branca, ostentando uma marca preta proeminente na dobra da asa. No Verão, a cabeça, peito e dorso apresentam-se de cor preta e castanha durante breves períodos. Em voo, pode observar-se uma barra alar, maior do que noutros pilritos e a cauda cinzenta com as penas centrais pretas. Os juvenis apresentam a cabeça, o manto e as margens do peito de cor amarelada e a coroa possui riscas escuras.
Ecologia
Esta é uma ave típica de praias abertas e amplas, ocorrendo ainda em sectores arenosos de estuários e “rias” e, em menor frequência, em sectores de vasa arenosa, salinas e lagoas costeiras. A dieta deste pilrito é constituída por pequenos invertebrados capturados na areia.
Fenologia
Visitante (Vis)
Estado de Conservação
Pouco Preocupante (LC)
Distribuição Geral
Nidifica circumpolarmente entre os 65 e 85º N, sendo uma das espécies cuja área de distribuição mais se aproxima do Pólo Norte durante o Verão. Para além de nidificar na tundra da Sibéria, do Canadá e da Gronelândia, nidifica apenas num local no Paleárctico Ocidental: o arquipélago norueguês de Svalbard. Durante o Inverno tem uma ampla distribuição, podendo ser observado nos cinco continentes, cobrindo praticamente toda a sua faixa costeira destes. Em Portugal, o Pilrito-da-areia é um migrador de passagem e invernante, embora alguns indivíduos possam permanecer no nosso país durante o Verão. Distribui-se por todo o litoral, do estuários do Minho à foz do Guadiana, só acidentalmente ocorrendo no interior. No Algarve observa-se em Castro Marim, na zona costeira da ria Formosa, na Lagoa dos Salgados e na ria de Alvor.
Distribuição Geográfica
Referências
Cabral, M.J.(coord.), Almeida, J., Almeida, P.R., Dellinger, T., Ferrand de Almeida, N.,Oliveira, M.E., Palmeirim, J.M., Queiroz, A.I., Rogado, L. & Santos‐Reis, M. 2005.Livro vermelho dos vertebrados de Portugal. 2ª ed. Instituto da Conservaçãoda Natureza/ Assírio & Alvim. Lisboa. 660 pp.
Catry, P., Costa, H., Elias, G., Matias, R., (2010). Aves de Portugal. Ornitologia de território continental. Assírio & Alvim, Lisboa.
Costa, H., Juana, E., & Varela, J. (2011). Aves de Portugal incluindo os arquipélagos dos Açores, da Madeira e das Selvagens.
Gooders, J. (1994). Guia de campo das aves de Portugal e da Europa. Círculo de Leitores.
Turismo do Algarve (2012). Guia de observação de aves no algarve.
http://naturlink.sapo.pt/
http://www.iucnredlist.org/
http://avesdeportugal.info/